Resultado do IVET - apuração do mês de novembro
Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009 | Postado por Denys Wiese
Boa tarde pessoal,
Como é de costume, todo dia 20 do mês eu divulgo o resultado do IVET, o índice do Vetor.
No mês passado, no dia 20/10 o IVET registrava 314310 pontos, ou seja, 4,77% de valorização desde o início da apuração, dia 18/08/2009.
Hoje o IVET está na marca dos 321196,49 pontos, um aumento de 2,19% em relação ao resultado anterior. No acumulado de três meses, estamos com uma rentabilidade de 7,06%, já batendo praticamente a renda fixa de um ano inteiro.
O resultado positivo desse mês pode ser atrelado à forte queda no final de outubro (a qual fizemos boas compras) e a forte alta subsequente, a qual fez a bolsa bater em um novo pico, período esse que realizamos as vendas. Lembre-se, no Vetor tradicional, ganha-se com a oscilação!
É isso pessoal, um grande abraço a todos e em 20 de dezembro uma nova apuração!
Att.,
Denys Wiese
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Palestra de 11/11
Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009 | Postado por Juliano Custodio
Seguem os slides da palestra de 11/11.
http://gewinn.com.br/Downloads/Palestra.ppt
Um abraço.
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Palestra
Investindo em ações: cinco dicas para montar uma boa carteira
Segunda-feira, 09 de Novembro de 2009 | Postado por Denys Wiese
Por: Equipe InfoMoney 01/11/04 - 18h16 InfoMoney SÃOPAULO - Se você já investe ou pensa em aplicar no mercado de ações,certamente já recebeu algum conselho ou recomendação no sentido de nãoinvestir somente em uma ação, mas sim montar uma carteira com mais doque um ativo, visando reduzir o risco que você corre.
O princípio é bastante simples e está em linha com o conceito popularde nunca colocar todos os ovos em uma cesta só. Investir em váriosativos simultaneamente acaba reduzindo o risco que você toma, poisenquanto um papel cai, outro pode estar subindo, o que acaba reduzindoa probabilidade de perdas expressivas, que é certamente o maiorpesadelo para quem investe em ações.
Dicas para montar uma carteira
Antes de montar uma carteira de ações, vale a pena entender melhoralguns conceitos e seguir algumas recomendações simples, visandomelhorar a qualidade da carteira e correr riscos menores. Lembre que oprincípio de carteira é exatamente o usado em fundos de investimento emações, que, em sua grande maioria, investe em uma carteiradiversificada de ativos.
Abaixo, listamos cinco regras básicas para montar uma carteira de ações:
1 - Pelo menos cinco ações
Em relação à quantidade de ações em uma carteira, não existe o númeroideal, mas carteiras com mais ativos tendem a mostrar um melhordesempenho em relação à redução de risco. Afinal de contas, quanto maiscestas, menor o prejuízo, em termos de ovos quebrados, quando uma delascai.
Considerando as limitações existentes e, muitas vezes a falta de opçõesinteressantes de investimento, acreditamos que montar uma carteira compelo menos cinco ativos faça sentido, desde que a escolha de ativossiga as orientações abaixo.
2 - Diversifique o setor
A idéia por trás de uma carteira é reduzir os riscos, portanto nada deincluir ativos com riscos semelhantes na mesma carteira. De fato,quanto mais "diferentes" forem os ativos, maior a probabilidade de teruma carteira realmente diversificada. Neste sentido, "diferentes" sãoconsiderados ativos que reagem de forma diversa ao impacto de umadeterminada mudança no mercado.
Vamos imaginar, por exemplo, uma carteira com Aracruz e VCP. Embora asempresas tenham diferenças, ambas estão bastante expostas aos preçosinternacionais da celulose e do papel, além de serem sensíveis àsalterações na cotação do dólar, pois são exportadoras. Além disso, aVCP é uma das principais acionistas da Aracruz. Com tudo isso, aprobabilidade de ambas caminharem na mesma direção é bastante grande.
Uma alternativa muito mais interessante é tentar diversificar o setor,pois os diversos setores tendem a reagir de forma diferente às mudançasno cenário econômico ou corporativo. Por exemplo, se você tem ações deempresas exportadoras, vale a pena diversificar com algumas que possuamboa parte de suas receitas no mercado interno.
Assim, analise de perto as seguintes variáveis: o impacto de mudançasna cotação do dólar, aumento de juros tanto no Brasil como nos EUA,variação nos preços internacionais de commodities e outros. Para diversificar, o ideal é que as empresas reajam de forma diferente à combinação destas e outras variáveis.
3 - Investir por quanto tempo?
Você tem que definir, antes de montar sua carteira, qual a perspectivade tempo que você tem para os recursos investidos. Afinal, poucoadianta montar uma carteira com ações que mostram bom potencial delongo prazo se você vai precisar do dinheiro em dois meses.
Considerando esta perspectiva, você pode montar uma carteira compostasomente por papéis com perspectiva de longo prazo ou, talvez, casoqueira investir por pouco tempo, somente olhando no curto prazo. Omelhor, porém, é abrir espaço tanto para papéis que podem subir ou nocurto ou no longo prazo, em uma proporção que vai variar de acordo comsua necessidade de recursos.
4 - Foco em empresas líderes
Uma importante lição é concentrar uma parte importante da carteira em ações de empresas líderes, as chamadas blue chips,principalmente para quem está montando uma carteira com objetivos demédio e longo prazo. Embora talvez valha a pena investir parte dosrecursos em papéis mais especulativos, buscando aumentar arentabilidade, o "coração" da carteira deve ser de papéis de boaqualidade.
Para descobrir quais são estas empresas, analise o setor e veja qual aparticipação da empresa no mercado, analise seu desempenho recente esuas perspectivas. Entre algumas empresas que "cabem" perfeitamentenesta definição, podemos encontrar Petrobrás, Vale do Rio Doce,Telemar, Gerdau, Usiminas, AmBev, etc.
5 - Cuidado com mudanças constantes
Uma boa carteira é aquela no qual o investidor consegue um bom retornocom o menor risco possível. Assim, fazer alterações na alocação dacarteira, sempre que um objetivo de preço for alcançado, pode trazerbenefícios, tanto em termos de risco como retorno.
Fique de olho em mudanças na relação de preços entre ativos com perfilpróximo, como, por exemplo, ações preferenciais ou ordinárias da mesmaempresa, ou mesmo papéis dentro de um mesmo setor. Muitas vezes omercado cria oportunidades para quem está de olho, justificando umamudança, mesmo que reversível depois, na composição da carteira.
Porém, fique atento aos custos envolvidos, já que muitas vezes umexcesso de mudanças pode acabar trazendo custos, principalmente decomissões, maiores do que os ganhos com estas alterações de alocação.
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