Ele guarda o segredo da riqueza?
Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009 | Postado por Denys Wiese

Robert Kiyosaki, autor do bestseller  "Pai Rico, Pai Pobre", esnoba a educação formal e dá dicas para enriquecer.

Irreverente, polêmico e politicamente incorreto, o escritor e empresário Robert Kiyosaki acredita ter encontrado a fórmula do enriquecimento. O mundo parece concordar. A seu favor, o milionário americano de origem nipônica tem sua conta bancária e mais de 20 milhões de livros vendidos ao redor do globo. O mais famoso deles, ‘Pai Rico, Pai Pobre’, fez parte da lista de bestsellers do New York Times por seis anos.
Kiyosaki defende idéias nada ortodoxas. Ele é enfático: uma boa educação e um ótimo emprego nunca levarão ninguém a ficar rico. O autor usa sua história de vida para ilustrar seu ponto de vista. Seu pai biológico, professor com PhD, deparou-se aos 50 anos com o desemprego e sérias dificuldades financeiras (Poor Dad). Ao contrário, o pai de um de seus amigos de infância (Rich Dad), sem sequer nível superior, transformou-se em um dos homens mais ricos do Havaí, estado onde nasceu.
"A escola não nos ensina nada sobre dinheiro. Ela nos treina para não errar. Sem se arriscar, não é possível enriquecer", afirma Kiyosaki. "Eu queria ficar rico, por isso segui os conselhos do meu pai pobre".

Negócio Próprio ou Investimentos

Para o americano, não tem jeito. Quer ganhar dinheiro? Então monte seu próprio negócio ou invista em ações. "Assalariados com boa formação e especialistas passarão a vida pagando impostos. Nunca serão ricos", sentencia.
O desprezo pela educação formal, no entanto, não significa que o escritor pregue a falta de informação e preparação para se fazer negócio. Ao contrário, segundo ele, uma das atitudes mais importantes ao investir é saber ler os balanços das empresas e diferenciar corretamente os ativos dos passivos.
"Muitos acreditam que suas casas e carros são um ativo, mas não são. Ativo é tudo aquilo que coloca dinheiro no seu bolso, passivo tudo o que tira. Você deve se perguntar: se eu parar de trabalhar, o dinheiro continuará vindo? Se a resposta for não, então você não tem nada. Mas não se sinta mal. A maioria não tem mesmo", brinca. E esnoba: "No meu caso e de minha mulher, o fluxo seria de US$ 2 milhões a US$ 3 milhões".
A disciplina também é essencial rumo a uma vida mais confortável. "Eu posso comprar o que quiser, Ferraris, Lamborghinis, mas para cada aquisição que fizer tenho que aplicar em um novo investimento".

Onde Investir

Kiyosaki ressalta quatro tipos de investimento que ele acredita serem promissores: abrir uma empresa, aplicar no mercado imobiliário, em ações ou em commodities. Genérico, não? Mas ele dá, ao menos, uma dica mais concreta. "Agora é um ótimo momento para investir em prata. A relação de custo entre a prata e o ouro é historicamente de 16 onças de prata para 1 onça de ouro. Atualmente, ela está em 1 para 70.
E, pela primeira vez, há mais ouro do que prata no mundo".
Por outro lado, o americano desaconselha investimentos na moeda americana. "O dólar é hoje um dos ativos mais tóxicos do mundo".
Mostrando confiança, Kiyosaki não se abala com a crise mundial."Se você realmente é um bom investidor, não importa se o mercado vai bem ou mal. Eu fico feliz quando ele está em alta e ainda mais feliz quando ele está em baixa. Nunca foi tão excitante investir quanto agora".

 

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Coluna Mundy
Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009 | Postado por Juliano Custodio

Cenário Auspicioso
A semana foi prodigiosa em termos de bons resultados, tanto internamente quanto externamente, consolidando a recuperação dos mercados. Foi praticamente consenso também que a recuperação aparenta ser constante e ajustes mais fortes na bolsa parecem distantes, após a quebra da importante resistência dos 58.000 pontos, levando a projeção para os 62.000. Tudo evidentemente, amparado nos bons resultados que o Tio Sam apresentou diariamente na semana.
 

O PIB  novamente revisado...
Entre os tantos aspectos um que chama atenção e dá uma idéia do que está acontencendo é a avaliação do Produto Interno Bruto que após tantos infelizes e absurdos palpites no início do ano, com gente gabaritada dizendo que ia haver retração de negativos 5% , agora novamente revisado para um “zero a zero” (-0,13%) honroso. A coluna tinha palpitado, enquanto a urubuzada de plantão dizia que o “mundo parecia que ia acabar”, projetou  lá em março (23/03) um crescimento de 2,0%. O ano ainda não acabou e o palpite ainda vale para um resultado positivo, ainda que menor.

Queda da safra agrícola em 8,6%
Devido a reavaliações negativas das “safrinhas” de trigo e milho, do Paraná e Mato Grosso respectivamente, a produção agrícola deve apresentar esta queda. Na verdade, apesar dos bons preços externos, o grande vilão foi o real valorizado que acabou sendo um péssimo negócio para os exportadores, inviabilizando maiores vendas e por conseqüência menor atividade econômica.     

Oferta Pública de Ações
A novidade prevista talvez ainda para este mês seria a emissão do Banco Santander. Reforça o bom momento vivido pela economia e segundo o presidente do banco Central Henrique Meirelles “É interessante observar que um grande banco internacional escolhe como estratégia de captação uma colocação no Brasil, isso mostra o papel do país na recuperação mundial”. 

Fique esperto com a falta de troco
Segundo o professor Matias Pereira da Universidade de Brasília, a falta de troco em média por pessoa no país é de R$ 2,00, que acumulados totalizam R$ 350 milhões. Segundo o estudo quem tem o maior prejuízo como sempre, são os menos favorecidos. Ressalta que: “Se quem ganha um salário mínimo perde R$ 0,10 por dia só no transporte público, vai perder R$ 36,00 por ano e quase 8% do salário anual. Como diria minha finada vózinha, pois é de grão em grão que a galinha enche o papo...

IPI reduzido
Segundo o ministro Guido Mantega o tributo flexibilizado no início da crise deve perder essa ajudazinha no final do ano em função da recuperação econômica que vem se desenhando rapidamente. Fica então a sugestão, para quem quer comprar carro novo, ficar esperto e não perder as oportunidades.

ENTENDA O ECONOMES:
Oferta Pública de Ações: É a abertura do capital das empresas para “novos sócios” ou acionistas ou investidores. Forma de atração de capital via captação nas Bolsas de valores que por sua vez tem nas corretoras seus agentes de compras e vendas diárias. Hoje para um investimento inicial em ações é preciso em média R$ 5.000,00.
 

Escrevam com críticas e sugestões para edward@mundyintermediacao.com.br ou visite o site WWW.mundyintermediacao.com.br

 

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Como negociar crescimento versus valor
Quinta-feira, 03 de Setembro de 2009 | Postado por Denys Wiese


Texto original de Ron Rowlandretirado de “Money and Markets”.

Tradução: Denys Wiese

Caro leitor,

Você já esteve em uma conferência de investimento ou já assitiu CNBC?Se sim, certamente já ouviu falar sobre “ações de crescimento” (growth stocks) e “ações de valor” (value stocks).

O que essa diferenciação significa? Como, você leitor, pode ganhardinheiro com isso? Hoje eu irei esclarecer o significado desses termos e mostrareialgumas maneiras de aproveitá-los na aplicação em ações.

Dois tipos de ações...

Dois tipos de Investidores...

Existem milhares de maneiras de se aplicar dinheiro em ações. Cadaindivíduo possui o seu próprio estilo e história. Os maiores investidores dahistória possuem um estilo próprio e sempre permanecem nele.  Esse não é um debate sobre certo ou errado;trata-se de se achar um estilo de investimento aliado às suas preferênciaspessoais e filosofias. Eles encontram os seus estilos e permanecem no quefunciona para eles.

De um modo geral, os investidores querem obter tanto crescimentoquanto valor nas ações que escolhem. Qual a diferença entre esses doisconceitos?

Investidores em crescimento compram companhias que elesacreditam que irão crescer mais rapidamente que o mercado. Para mensurarutilizam-se de diferentes informações, tais como: ganhos, vendas, valorcontábil, entre outros.

O investidor em crescimento não se preocupa necessariamente se o preçoda ação já subiu muito. Ele acredita que tal ação estará ainda mais cara nofuturo. Ele quer pegar o trem, mesmo que já esteja em movimento.

Investidores em valor, por outro lado, estão procurando boasbarganhas no mercado. Eles querem achar pequenas e desconhecidas companhias –ou não populares grandes empresas – que estão começando a ser temidas pelomercado. A filosofia é: quanto mais barato melhor!

Quando o investidor em valor olha para uma ação, ele tenta mensurar ovalor intrínseco da mesma. Se o cálculo de um determinado ativo de umacompanhia funcionar, e que se mensure que esse ativo vale, digamos, 100 reaispor ação e a cotação em mercado estiver a 50 reais, esse tipo de investidor vêuma oportunidade para dobrar o seu capital. Investidores em valor tendem a sermuito pacientes... eles não ligam em esperar um longo tempo se o desconto nacompra das ações for grande o suficiente.

Dividi-las por tamanho...

Recorde, toda a ação é tipicamente de crescimento ou de valor. Algunsanalistas, no entanto, sugerem a existência de uma terceira categoria chamadade “blend” (mistura, mix), parapapéis que se encontram no meio das duas denominações.

Outra coisa para nos atentarmos é que as ações podem se transformar emlongos períodos de tempo. Uma ação de valor que está parada há um bom tempo,desde 1990 por exemplo, pode muito bem se tornar uma ação de crescimento nessadécada.

Você pode detalhar as empresas um pouco mais ao separá-las emcategorias conforme o tamanho, geralmente utilizando-se do tamanho de seusmercados de capitais – pequenas, médias ou grandes. Essa medida mensura o valorque o mercado determina à  empresa. Etambém é muito fácil de se calcular: multiplique o preço atual da ação pelonúmero de negócios diários.

Faça isso e ao invés de duas categorias você terá seis:

- Ações de valor de empresas grandes (Large Cap Value)

- Ações de crescimento de empresas grandes (Large Cap Growth)

- Ações de valor de empresas médias (Mid Cap Value)

- Ações de crescimento de empresas médias (Mid Cap Growth)

- Ações de valor de empresas pequenas (Small Cap Value)

- Ações de crescimento de empresas pequenas (Small Cap Growth)

Os gestores profissionais de fundos tendem a se especializar em apenasuma das seis categorias, assim como um médico se especializa em diferentespartes do corpo.  Você pode ser um expertem todas as categorias!

Crescimento, Valor eAlternância...

Aqui começa a ficar interessante: os diferentes estilos de categoriastendem a ser mais adequados dependendo dos diferentes momentos do mercado.

Isso acontece, porque existem algumas evidências que ações de empresaspequenas e ações de crescimento têm uma melhor performance quando a economiaestá aquecida, enquanto ações de grandes empresas e ações de valor possuemmelhor performance em tempos de recessão. Isso nem sempre é o caso, embora...

Por exemplo, nesse exato momento nós estamos em tempo de recessão, eações de crescimento estão cotadas abaixo das ações de valor, por pelo menos osúltimos três anos.

Minha experiência diz que os líderes de mercado se alternam entre ascategorias descritas anteriormente, mas os padrões da economia não são tãoconfiáveis quanto as pessoas acreditam que são. Eu acho que é mais confiávelolharmos para os resultados reais de um passado mais recente.

Alternância de estilos comações...

Essa parte do texto o autor apresenta as categorias de ações e osíndices americanos que representam cada categoria. No entanto, no Brasil não temosuma divisão de categorias como o autor propôs. Por isso, tentarei classificaras ações, citando alguns exemplos em cada categoria.

Ações de valor de empresas grandes (Large Cap Value)

Aqui encontram-se as nossas blue chips, que são empresas enormes e queapresentam bons fundamentos, tais quais: Petrobrás, Vale, Itaú e Bradesco eAmbev são alguns exemplos.

Ações de crescimento de empresas grandes (Large Cap Growth)

Podemos citar empresas que se tornaram grandes recentemente, atravésde fusões e aquisições: a Votorantim, Brasil Foods e Visanet.

 Ações de valor de empresasmédias (Mid Cap Value)

Bens de capital e consumo como a Weg, Lojas Americanas, Lojas Renner.

Ações de crescimento de empresas médias (Mid Cap Growth)

Principalmente as construtoras como Abyara, Agra, Gafisa entre outrase do ramo de aviação como Gol e Tam.

Ações de valor de empresas pequenas (Small Cap Value)

Empresas pequenas que possuem bons fundamentos como a Ferbasa.

Ações de crescimento de empresas pequenas (Small Cap Growth)

Aqui encontram-se as small caps, já citadas em estudos no blog daGewinn, tais como: Coteminas, Ecodiesel, Klabin Seagall, entre outras.

Podemos aproveitar o texto de Ron Rowland e passar a categorizar asações que estão presentes em nossa carteira. Dependendo do momento do mercadotorna-se mais vantajoso investir ou em valor ou em crescimento.

 

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Estudo de oportunidades II
Quarta-feira, 02 de Setembro de 2009 | Postado por Denys Wiese

Olá caros leitores,
Em meados de maio/2009 realizei um estudo em micos (empresas de 2a e 3a linha) propondo uma metodologia de análise, com base no VPA e na perspectiva de rentabilidade. O primeiro estudo foi um sucesso, apresentando de maio a agosto mais de 50% de valorização (carteira composta pelas 10 primeiras empresas do ranking). Para confirmar a eficiência da metodologia fiz um novo estudo, seguindo as mesmas premissas do anterior. A carteira formada pelas 10 primeiras empresas do ranking será acompanhada e postada daqui um tempo para medir os resultados.

Para ver o estudo
clique aqui.

Um abraço a todos!

 

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Apesar do avanço em 2009, small caps (pequenas empresas listadas na bolsa) ainda reservam boas oportunidades
Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009 | Postado por Denys Wiese

Por: Equipe InfoMoney
28/08/09 - 14h00
InfoMoney
SÃO PAULO - O avanço das small caps este ano foi surpreendente - até agora, o SMLL acumula alta de 84,14% em 2009, uma das maiores entre os índices listados na bolsa brasileira. Mas, com essa valorização tão expressiva, ainda existem boas oportunidades em small caps?

Para os gestores especializados no segmento, a resposta é um sonoro "sim". Apesar da forte valorização vista desde março deste ano, eles lembram que as small caps foram as mais penalizadas com os efeitos da crise - momento em que o mercado opta por liquidez. "Na verdade, a alta desse ano esta sendo proporcional ao quanto a categoria caiu antes", explica Eduardo Favrin, diretor de Renda Variável da HSBC Global Asset Management.

Paulo Clini, superintendente de investimentos e responsável por small caps da Legg Mason, engrossa o coro a favor das perspectivas das small caps. Ele aponta que a fuga dos investidores pode ser explicada, em grande parte, pela liquidez buscada - especialmente os internacionais, que haviam absorvido os IPOs ocorridos na bolsa brasileira em 2006 e 2007, e que se viram com posições pouco líquidas num cenário de incerteza crescente."A má performance dos papéis nos últimos dois anos e um desempenho melhor do que a média do mercado agora são indicativos de que ainda há espaço para o segmento andar", explica o gestor.

Clique aqui
para acessar o link.

 

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Fim da crise é mérito dos Emergentes.
Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009 | Postado por Juliano Custodio

            Três das maiores economias do mundo deram sinais de que a mais grave recessão global desde a II Guerra Mundial pode ser mais curta do que esperavam os pessimistas. Responsáveis, juntos, por cerca de 13% do Produto Interno Bruto (PIB) global em 2008, Alemanha, França e Japão voltaram a crescer no segundo trimestre deste ano.

             Considerada o motor da economia europeia, a Alemanha cresceu modestos 0,3% de abril a junho – mas o suficiente para pôr fim a 12 meses de recessão. A França cresceu na mesma proporção e também saiu do vermelho. A surpresa, no entanto, foi o crescimento japonês, de 0,9% frente ao trimestre anterior. No último trimestre de 2008, o PIB do país registrara uma queda anual de 13,1%, acendendo preocupações sobre a resistência da economia do país asiático.

             “É um demonstrativo de que o fundo do poço já foi alcançado. As taxas de crescimento ainda são baixas, mas já é um bom sinal”, diz José Luiz Rossi, professor de macroeconomia do Insper (antigo Ibmec São Paulo). “As incertezas, as instabilidades, estão diminuindo”, aponta.

             Mas o mérito da retomada, segundo os analistas ouvidos pelo G1, é da China, seguida de outros países emergentes. Com um crescimento em ritmo anual na casa dos 8% e um imenso mercado consumidor, o país ajudou a impedir uma derrocada maior da economia global.

              “O papel da China é chave, porque as outras economias, embora já tenham nível de crescimento, é baixo. A China traz para cima a economia mundial, traz para cima os emergentes, que traz pra frente todo o sistema”, diz Rossi.

               A influência é patente: segundo o governo japonês, a alta no PIB do segundo trimestre foi consequência direta do aumento nas exportações – em parte significativa, para a China. “O Japão é a economia mais bem posicionada para se beneficiar do crescimento chinês”, diz Carlos Langoni, diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getulio Vargas (FGV).

              Seguindo a China, Índia e Brasil também dão ânimo ao crescimento dos países desenvolvidos e acentuam o papel dos emergentes na retomada. “A grande lição dessa crise é que foi a primeira grave recessão que ocorreu num mundo multipolar, com mais atores de peso. Serviu para confirmar que a China tem sim poder de fogo para contrabalançar uma recessão nos EUA, o que isso é um fato absolutamente inédito. E nas próximas décadas isso vai se acentuar. Os Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) vão cada vez mais funcionar como contraponto às crises dos desenvolvidos”, afirma Langoni.

Fonte Portal G1 - Leia na Integra clique aqui.

 

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IVET - O índice do Vetor
Terça-feira, 18 de Agosto de 2009 | Postado por Denys Wiese

Muita gente pede a rentabilidade passada do vetor. Com o intuito de informar isso aos clientes e interessados, foi criado o IVET (Índice do Vetor). Esse índice será apurado mensalmente e refletirá a variação de uma carteira de investimento, aplicada na metodologia do vetor.

Confira o regulamento e os parâmetros do IVET clicando aqui.

 

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Resultado do estudo com Small-Caps
Quinta-feira, 06 de Agosto de 2009 | Postado por Denys Wiese

Olá pessoal!

A título de curiosidade eu estou postando o resultado da carteira de ações composta por micos saltitantes que foi sugerida como oportunidade de investimento. O estudo que justificava o potencial de valorização dos micos, assim como o ranking das melhores empresas para se investir, segundo os critérios estabelecidos anteriormente, estão no post do dia 12 de maio.

Para refrescar a memória de todos, o ranking de micos foi feito com base no VPA e no potencial devalorização, medido pela distância entre o pico antes da crise e a cotação do dia em que o estudo foi feito. Do dia 12 de maio até hoje (6 de agosto 14h 40min) decorreram exatos 86 dias, quase três meses.

No quadro abaixo: veja o desempenho de uma carteira de ações formada com o investimento de R$ 200,00 em cada uma das 10 ações sugeridas naquele estudo.


Quadro (1): Desempenho dos micos

A valorização total da carteira nesse período de menos de três meses foi de 53,86%, um resultado extraordinário. O papel que mais valorizou foi a CCIM3 (Camargo Correa Empreendimentos Imobiliários) com 84,29%; seguido de KSSA3 (Klabin Segall) com76,96% e de AGIN3 (Agra incorporadora) com 72%. Vejam a força do setor de construção civil, que ocupa dois dos três primeiros lugares. A ação que menos valorizou foi a ECOD3 (Ecodiesel), apenas 1,18%.

Esse estudo seguido da demonstração dos resultados atuais só reforça o que nós da Gewinn Investimentos falamos várias vezes nas conversas, cursos e palestras. Que as crises são fontes de oportunidades incríveis! É somente em crises que as empresas são vendidas por menos que os seus patrimônios líquidos valem. Ainda existem boas oportunidades na Bolsa, mas, à medida que chegamos a patamares mais altos,investir em micos fica cada vez mais perigoso e incerto.

 

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As ações que pagam dividendos superiores a Selic
Segunda-feira, 03 de Agosto de 2009 | Postado por Paulo Dalla Rosa

As ações que pagam dividendos superiores à Selic 

Nos últimos 12 meses, 18 ações da Bovespa distribuíram dividendos que geraram aos acionistas retornos superiores a 8,75% ao ano

Não vai ter escapatória. Com a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, caindo a 8,75% ao ano, quem quiser manter o rendimento de suas aplicações financeiras na casa de dois dígitos terá de migrar parte de seus investimentos para a renda variável. Os fundos DI e de renda fixa já rendem menos de 10% ao ano e nem os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) estão oferecendo retornos atraentes aos pequenos investidores. Para aplicações de dois anos, os grandes bancos pagam, em média, 80% do CDI, a taxa de referência do mercado. Considerando a incidência de imposto de renda, a rentabilidade dos CDBs encontra-se atualmente muito próxima à da caderneta de poupança, que remunera os poupadores com juros de 6% ao ano, mais a taxa referencial (TR).

Embora cause calafrios nos investidores mais conservadores, a bolsa é apontada pelos especialistas como uma ótima aplicação no longo prazo, mesmo para quem não gosta de arriscar. "Há um mito no mercado de que ação é investimento para jogadores. Até hoje há quem compare a bolsa a um cassino. Mas, sabendo aplicar, é possível reduzir tanto o risco que o investimento se torna quase uma renda fixa", diz Alexandre Macedo, analista da corretora Elite.

Para quem foge das fortes emoções do mercado, a sugestão é buscar ações de empresas que são boas pagadoras de dividendos. Ou seja, que distribuem a seus acionistas, todos os anos, uma fatia generosa de seus lucros. A ideia é simples: de posse desses papéis, o investidor poderá receber um retorno superior à taxa Selic.
No último ano, 18 ações pagaram dividendos acima dos juros básicos da economia brasileira (veja na tabela abaixo). Algumas delas, porém, fizeram pagamentos extraordinários, como a Oi (Telemar). A operadora distribuiu em setembro do ano passado 5,1 bilhões de reais em função da compra da Brasil Telecom. Em fevereiro, a empresa surpreendeu o mercado ao anunciar uma nova distribuição de dividendos, no valor de 1,2 bilhão de reais. A atitude foi elogiada pelos analistas e justificada por dois motivos: o baixo endividamento da companhia e o fato de que os controladores também receberiam uma fatia considerável dos proventos. Na ocasião, a corretora Ativa divulgou um relatório destacando que não acreditava que a companhia teria condições de manter este elevado nível de distribuição de lucros durante o ano de 2009, uma vez que seu endividamento subiu significativamente com a aquisição a Brasil Telecom.

Quem paga dividendos acima da Selic
Empresa Ação Dividendos (%)*
Telemar TMAR5 48,3
Telemar TNLP4 32,6
Telemar TNLP3 27,1
Eletropaulo ELPL6 18,7
Light LIGT3 16,8
Equatorial EQTL3 16,1
Brasmotor BMTO4 15,2
Coelce COCE5 13
Cruzeiro do Sul CZRS4 12,1
Eternit ETER3 12
Telesp TLPP3 11,6
Telesp TLPP4 11,6
Banco Pine PINE4 10,2
AES Tietê GETI3 10,2
AES Tietê GETI4 9,8
Iochp-Maxion MYPK3 9,7
Ferbasa FESA4 9,1
Tegma TGMA3 9
Selic 8,75% ao ano
* Percentual em relação ao preço da ação em 23/07/09
**Considerando ações negociadas em todos os pregões dos últimos 12 meses
Fonte: Economática

Para evitar distorções na hora de levantar quais empresas remuneram melhor os investidores por meio de distribuição de lucros, os analistas procuram avaliar as companhias por um período superior a quatro anos. Na ponta do lápis, o resultado é surpreendente. Somente com dividendos, os investidores tiveram uma rentabilidade de até 164,25% (veja na tabela abaixo). Isso significa que, quem aplicou em ações da Coelce, empresa de energia que atende a região nordeste do país, entre janeiro de 2005 e junho de 2009, por exemplo, além de receber de volta o valor gasto com a compra da ação, teve um ganho de 64,25%. Considerando a valorização do papel na bolsa, o retorno total foi de 358,06%. No mesmo período, o Ibovespa subiu 96,46% e o CDI, 81,17%.

Retorno para o investidor
Quanto renderam as aplicações de 2005 a junho de 2009
As melhores Ação Dividendos (%)** Valorização (%)***
pagadoras de dividendos*
Coelce COCE5 164,25 358,06
Brasmotor BMTO4 113,8 380,46
Transmissão Paulista TRPL4 101,96 331,42
AES Tietê GETI4 86,64 220,34
Drogasil DROG3 85,79 1859,79
Eternit ETER3 81,72 181,36
AES Tietê GETI3 78,74 190,49
CSN CSNA3 68,52 226,17
Banestes BEES3 63,6 371,89
Tractebel TBLE3 63,09 156,49
Ibovespa 96,46%
CDI 81,17%
Poupança 42,78%
* Empresas do IBrX -Brasil
** Em relação ao preço da ação em 30/06/2009
*** Considerando os dividendos e a variação do papel na Bovespa
Fonte: Elite Corretora

Mas, como resultado passado não é garantia de valorização futura, o investidor precisará dispor de tempo e atenção para selecionar os papéis. "É importante checar quais são as perspectivas para a companhia, se o lucro dela é crescente e recorrente", explica o educador financeiro do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil. "Afinal, se não houver lucro, não existirá dividendo", destaca.
Nos últimos dois anos, mais de 60 empresas estrearam na Bovespa, algumas com agressiva política de distribuição de lucros. A Redecard, por exemplo, busca distribuir entre 90% e 95% de seus ganhos aos acionistas, mas neste primeiro semestre sua confortável condição de caixa permitiu a distribuição de 100% dos lucros. "É interessante pagar dividendos altos porque é um compromisso com os acionistas. Esse retorno faz com que o investidor seja de longo prazo, e não um trader", diz Roberto Medeiros, presidente da Redecard.

O executivo explica que, como a companhia não vê atualmente oportunidades para aquisições e não planeja grandes investimentos, criou-se as condições para remunerar melhor os investidores. "Se essa situação se mantiver no próximo semestre, vamos continuar pagando dividendos altos", afirma.

A Lei das Sociedades por Ações estabelece que cada companhia deverá apresentar em seu estatuto o percentual mínimo do lucro líquido que será distribuído anualmente a seus acionistas. Caso não o faça, será obrigada a pagar aos investidores metade de seus ganhos. Uma vez na bolsa, a companhia até poderá alterar seu estatuto para incluir uma cláusula que fixe o valor dos dividendos, mas, nesse caso, o percentual não poderá ser inferior a 25%.

O investidor precisa ter em mente que, ao comprar ações de uma empresa, está se tornando sócio dela. Da mesma forma que ele não compraria uma casa sem visita la, não deve aplicar em uma ação sem avaliar no que está investindo, diz Macedo. Seria como verificar o encanamento, a rede elétrica, a localização do imóvel. Quanto mais informação o investidor tiver sobre a empresa e o setor no qual ela atua, melhor. Mas isso não quer dizer que o investidor precisa conhecer tudo sobre contabilidade e finanças. Aos poucos, ele vai ganhando familiaridade com o assunto. Um bom ponto de partida é se perguntar: como estará essa empresa daqui 20 anos? Se a resposta for algo como maior e mais forte, vale a pena estudar o investimento, orienta Macedo.

Como montar uma carteira de dividendos:

Para se beneficiar de bons retornos com dividendos, o investidor precisa ter visão de longo prazo. Por isso, só deverá ser aplicado aquele dinheiro que não será usado nos próximos cinco anos, pelo menos.
Os especialistas recomendam distribuir os recursos entre quatro ou cinco ações de setores diferentes, para reduzir o risco da aplicação. "Comece a análise pelas empresas que você tem maior afinidade e pelos setores que considera mais importantes", aconselha Mauro Calil. O investidor também pode buscar informações e esclarecer dúvidas junto à área de Relações com Investidores das companhias e com sua corretora.

Se o investidor aplicar os dividendos que receber na compra de mais ações da companhia, poderá fazer seu investimento se multiplicar no decorrer do tempo. Digamos que uma ação custe 30 reais e que ela pague 3% de dividendo ao ano (o equivalente a 0,90 real). Se essa ação subir 10% no ano, para 33 reais, o investidor receberá 0,99 real de dividendos. Como ele pagou 30 reais pelo papel, seu ganho, na verdade, será de 3,3%. Reinvestindo o lucro, o investidor terá mais ações e receberá mais dividendos no próximo ano.
Quanto mais tempo a aplicação durar, maior será o retorno do investidor. Mesmo enfrentando crises, o resultado no futuro será maior que o da renda fixa", diz Calil.

 

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PLanilha de Controle de Vetores
Quarta-feira, 29 de Julho de 2009 | Postado por Juliano Custodio

 

Segue a planilha com um video explicativo sobre como utiliza-la!

LInk para planilha

 

 

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Video Vetor I
Terça-feira, 28 de Julho de 2009 | Postado por Juliano Custodio

Segue a série de videos que fizemos sobre a estratégia do vetor.

Para aqueles que não conhecem espero que gostem!

http://www.youtube.com/watch?v=PeXxd00trDc

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Video Vetor II
Terça-feira, 28 de Julho de 2009 | Postado por Juliano Custodio

http://www.youtube.com/watch?v=9rpq2en-TT4

 

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