Fato: o Brasil é a nona maior economia do mundo. E na próxima década e muito provável que ultrapasse a França e o Reino Unido para se tornar a quinta maior economia.
Fato: o FMI estima que o PIB do Brasil cresça mais de 3,5% em 2010, e esse crescimento aumentará à medida que sacia a sede da Ásia por recursos naturais...
Fato: se você tivesse investido R$ 10.000,00 num fundo que seguisse o Dow Jones, você teria lucrado 16,86%. Enquanto isso, se o investimento fosse feito num fundo que segue o Ibovespa, você estaria olhando para um lucro de mais de 96%, batendo os ganhos expressivos da China e da Índia.
As coisas têm mudado radicalmente no Brasil. A inflação galopante dos velhos tempos já era, e o país agora é um modelo de estabilidade e crescimento.
Esse é o motivo (enquanto o país foi atingido pela crise com o resto do mundo em 2008) pelo qual aqueles que mantiveram os investimentos no Brasil saíram muito à frente em 2009.
E mais: os investidores que ainda estão em estado de choque com o derretimento de 2008, ou que ainda não estão prontos para agir na América Latina, estão perdendo uma oportunidade de lucros verdadeiramente histórica em 2010.
Por quê? Porque o milagre econômico do Brasil ainda não acabou – não por um bom tempo!
Aqui vão 7 razões para acreditar que o milagre econômico do Brasil está apenas começando.
1. Crescimento econômico: o PIB de US$ 1,6 trilhões já é o nono no ranking mundial. E muitos acreditam que esse continuado crescimento levará a ultrapassar o Reino Unido e a França no meio da década para se tornar a quinta maior economia do mundo.
2. Estabilidade política: o presidente Lula foi eleito democraticamente, continua muito popular e respeita o prazo limite das restrições. E enquanto a governança corporativa ainda tem defasagem com relação aos EUA, avanços significativos foram feitos para atrair e manter o capital do investidor privado.
3. Solidez financeira: o Brasil tem uma classificação de grau de investimento e cerca de US$ 240 bilhões em reservas internacionais, possibilitada pelos seus vastos recursos e um novo nível de estabilidade financeira. No plano financeiro, é de fato mais forte do que muitos de seus colegas latino-americanos. Há apenas uma década, o FMI impôs condições rigorosas para emprestar dinheiro ao Brasil. Agora, numa reviravolta decisiva, o governo brasileiro anunciou recentemente que vai emprestar US$ 10 bilhões para o FMI ajudar a melhorar o acesso de países em desenvolvimento ao capital estrangeiro.
4. Mais de 45% da energia brasileira vem de fontes renováveis, mais de 10 vezes a média de países desenvolvidos. E enquanto é conhecido por sua abundante capacidade hidroelétrica, o álcool se tornou a segunda fonte de energia da nação. Além disso, devido às recentes descobertas, acreditasse hoje que o Brasil possui a oitava maior reserva de petróleo do mundo!
5. Localização: geograficamente falando, o Brasil é o quinto maior país, depois da Rússia, Canadá, China e Estados Unidos. Mas não é apenas pela quantidade de imóveis que abrange que é importante. O Brasil tem 23% da terra arável do planeta e pelo menos 40% dela não está sendo utilizado. Isso é mais do que todas as fazendas dos EUA juntas! E suas chuvas abundantes e localização tropical permitem várias safras com altos rendimentos. E também é produtor líder de mais de duas dúzias de minerais, incluindo diamantes e ouro, assim como é o maior exportador de carne de gado, café, suco de laranja, açúcar e frango!
6. Crescimento populacional e urbanização: o Brasil é o quinto país mais populoso do mundo com 186 milhões de habitantes. E muitos de seus moradores estão migrando para as cidades em busca de empregos, educação e padrões de vida mais elevados. Enquanto isso, os rendimentos mais elevados estão abastecendo maiores gastos pessoais, levando ao surgimento de uma classe média mais forte. Conseqüentemente, a demanda por bens de consumo, automóveis e estradas estão disparando!
7. Um sistema bancário crescente e bem capitalizado: ao contrário dos bancos americanos, os brasileiros não sofrem com ativos tóxicos, não tem grandes problemas de empréstimos hipotecários e estão bem capitalizados em mais de 165% das normas bancárias internacionais. E ao contrário dos EUA e outros países desenvolvidos, os brasileiros utilizam menos os bancos e cartões de crédito, apontando para o enorme potencial de crescimento da classe média brasileira emergente no século 21.
Esse boom histórico na América latina é uma força que não pode ser detida e que vai mudar não apenas nossa maneira de investir, mas também o nosso dia-a-dia, com o Brasil liderando a arrancada.
O Brasil oferece uma tremenda oportunidade para aqueles que querem colher os potenciais frutos da investir num mercado emergente com um futuro brilhante. E aqueles que agirem agora, antes da entrada dos principais investidores, poderão ganhar as melhores recompensas.
Tradução por Eduardo Puhl do texto da coluna Money and Markets, escrita por Martin D. Weiss
Hoje quero disponibilizá-los as cinco primeiras lições do livro Pai Rico, Pai Pobre, onde as principais informações foram resumidas e separadas em arquivos. Para visualizá-las, clique nos links abaixo:
Boa tarde pessoal, Como é de costume, todo dia 20 do mês eu divulgo o resultado do IVET, o índice do Vetor.
No mês passado, no dia 20/10 o IVET registrava 314310 pontos, ou seja, 4,77% de valorização desde o início da apuração, dia 18/08/2009.
Hoje o IVET está na marca dos 321196,49 pontos, um aumento de 2,19% em relação ao resultado anterior. No acumulado de três meses, estamos com uma rentabilidade de 7,06%, já batendo praticamente a renda fixa de um ano inteiro.
O resultado positivo desse mês pode ser atrelado à forte queda no final de outubro (a qual fizemos boas compras) e a forte alta subsequente, a qual fez a bolsa bater em um novo pico, período esse que realizamos as vendas. Lembre-se, no Vetor tradicional, ganha-se com a oscilação!
É isso pessoal, um grande abraço a todos e em 20 de dezembro uma nova apuração!
SÃOPAULO - Se você já investe ou pensa em aplicar no mercado de ações,certamente já recebeu algum conselho ou recomendação no sentido de nãoinvestir somente em uma ação, mas sim montar uma carteira com mais doque um ativo, visando reduzir o risco que você corre.
O princípio é bastante simples e está em linha com o conceito popularde nunca colocar todos os ovos em uma cesta só. Investir em váriosativos simultaneamente acaba reduzindo o risco que você toma, poisenquanto um papel cai, outro pode estar subindo, o que acaba reduzindoa probabilidade de perdas expressivas, que é certamente o maiorpesadelo para quem investe em ações.
Dicas para montar uma carteira Antes de montar uma carteira de ações, vale a pena entender melhoralguns conceitos e seguir algumas recomendações simples, visandomelhorar a qualidade da carteira e correr riscos menores. Lembre que oprincípio de carteira é exatamente o usado em fundos de investimento emações, que, em sua grande maioria, investe em uma carteiradiversificada de ativos.
Abaixo, listamos cinco regras básicas para montar uma carteira de ações:
1 - Pelo menos cinco ações Em relação à quantidade de ações em uma carteira, não existe o númeroideal, mas carteiras com mais ativos tendem a mostrar um melhordesempenho em relação à redução de risco. Afinal de contas, quanto maiscestas, menor o prejuízo, em termos de ovos quebrados, quando uma delascai.
Considerando as limitações existentes e, muitas vezes a falta de opçõesinteressantes de investimento, acreditamos que montar uma carteira compelo menos cinco ativos faça sentido, desde que a escolha de ativossiga as orientações abaixo.
2 - Diversifique o setor A idéia por trás de uma carteira é reduzir os riscos, portanto nada deincluir ativos com riscos semelhantes na mesma carteira. De fato,quanto mais "diferentes" forem os ativos, maior a probabilidade de teruma carteira realmente diversificada. Neste sentido, "diferentes" sãoconsiderados ativos que reagem de forma diversa ao impacto de umadeterminada mudança no mercado.
Vamos imaginar, por exemplo, uma carteira com Aracruz e VCP. Embora asempresas tenham diferenças, ambas estão bastante expostas aos preçosinternacionais da celulose e do papel, além de serem sensíveis àsalterações na cotação do dólar, pois são exportadoras. Além disso, aVCP é uma das principais acionistas da Aracruz. Com tudo isso, aprobabilidade de ambas caminharem na mesma direção é bastante grande.
Uma alternativa muito mais interessante é tentar diversificar o setor,pois os diversos setores tendem a reagir de forma diferente às mudançasno cenário econômico ou corporativo. Por exemplo, se você tem ações deempresas exportadoras, vale a pena diversificar com algumas que possuamboa parte de suas receitas no mercado interno.
Assim, analise de perto as seguintes variáveis: o impacto de mudançasna cotação do dólar, aumento de juros tanto no Brasil como nos EUA,variação nos preços internacionais de commodities e outros. Para diversificar, o ideal é que as empresas reajam de forma diferente à combinação destas e outras variáveis.
3 - Investir por quanto tempo? Você tem que definir, antes de montar sua carteira, qual a perspectivade tempo que você tem para os recursos investidos. Afinal, poucoadianta montar uma carteira com ações que mostram bom potencial delongo prazo se você vai precisar do dinheiro em dois meses.
Considerando esta perspectiva, você pode montar uma carteira compostasomente por papéis com perspectiva de longo prazo ou, talvez, casoqueira investir por pouco tempo, somente olhando no curto prazo. Omelhor, porém, é abrir espaço tanto para papéis que podem subir ou nocurto ou no longo prazo, em uma proporção que vai variar de acordo comsua necessidade de recursos.
4 - Foco em empresas líderes Uma importante lição é concentrar uma parte importante da carteira em ações de empresas líderes, as chamadas blue chips,principalmente para quem está montando uma carteira com objetivos demédio e longo prazo. Embora talvez valha a pena investir parte dosrecursos em papéis mais especulativos, buscando aumentar arentabilidade, o "coração" da carteira deve ser de papéis de boaqualidade.
Para descobrir quais são estas empresas, analise o setor e veja qual aparticipação da empresa no mercado, analise seu desempenho recente esuas perspectivas. Entre algumas empresas que "cabem" perfeitamentenesta definição, podemos encontrar Petrobrás, Vale do Rio Doce,Telemar, Gerdau, Usiminas, AmBev, etc.
5 - Cuidado com mudanças constantes Uma boa carteira é aquela no qual o investidor consegue um bom retornocom o menor risco possível. Assim, fazer alterações na alocação dacarteira, sempre que um objetivo de preço for alcançado, pode trazerbenefícios, tanto em termos de risco como retorno.
Fique de olho em mudanças na relação de preços entre ativos com perfilpróximo, como, por exemplo, ações preferenciais ou ordinárias da mesmaempresa, ou mesmo papéis dentro de um mesmo setor. Muitas vezes omercado cria oportunidades para quem está de olho, justificando umamudança, mesmo que reversível depois, na composição da carteira.
Porém, fique atento aos custos envolvidos, já que muitas vezes umexcesso de mudanças pode acabar trazendo custos, principalmente decomissões, maiores do que os ganhos com estas alterações de alocação.
SÃO PAULO - De acordo com o IDH (Índice deDesenvolvimento Humano), calculado pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para oDesenvolvimento), divulgado nesta segunda-feira (05), a expectativa de vida dobrasileiro, ao nascer, segundo o relatório de 2009, atingiu 72,2 anos.
Quando separados por sexo, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro deGeografia e Estatística), essa mesma estimativa dos homens cai para 68,8 anos,enquanto que para as mulheres, sobe para 76,4 anos.
Diante deste cenário, como se preparar financeiramente parauma vida mais longa?
Planejar e investir Para garantir uma aposentadoria tranquila, é necessário planejá-la desde cedo.Quanto antes você começar a guardar com esse objetivo, menor será o esforço depoupança mensal.
Por exemplo: se você tem 18 anos e dispõe de R$ 100 por mês para poupar, com 60anos terá guardado cerca de R$ 460 mil, considerando um investimentoconservador, com rentabilidade de 0,7% ao mês.
Por outro lado, se você tem 40 anos e só agora resolveu pensar naaposentadoria, considerando o mesmo exemplo anterior, conseguirá poupar,apenas, pouco mais de R$ 60 mil, ou, para alcançar os R$ 460 mil, terá quedispor de mais de R$ 750 por mês.
Previdência social x privada Investir em previdência privada pode ser uma alternativa para não depender daprevidência social.
De acordo com os últimos dados da Fenaprevi (Federação Nacional da PrevidênciaPrivada e Vida), a procura por planos de previdência privada está em tendênciaconstante de alta e começa cada vez mais cedo. Prova disso é o avanço dacaptação dos planos para menores de idade, queaumentou 18,17% em julho de 2009, na comparação com igual mês de 2008.
Por esses números, é possível concluir que a população em geral está preocupadacom o futuro. Segundo o IBGE, a tendência é que a expectativa ao nascer aumentegradativamente, ano a ano, o que faz com que os pais, hoje, além de garantiremo próprio sustento, tenham de se preocupar também com o futuro financeiro dosfilhos.
Essa geração, se mantida a tendência, sofrerá ainda mais com o déficitprevidenciário, que atualmente, conforme dados do Regime Geral da PrevidênciaSocial, está em quase R$ 30 bilhões .
------------------------------ Comentário de Denys: com a expectativa de vida do brasileiro aumentando, teremos mais anos na velhice e por isso temos que começar a nos preocupar agora. O brasileiro vivendo mais é uma ameaça aos planos de previdência, principalemente previdência pública. A previdência privada é uma saída boa, mas não muito rentável. No final de uma vida você deixará 30% do patrimônio em taxas ao banco. O melhor mesmo é cada cidadão aprender a fazer a sua própria aposentadoria. Sim, isso é possível! Podemos fazer uma previdência comprando diversos ativos, tanto de renda fixa quanto de renda variável. Para aprender a fazer sua própria previdência, entre em contato com os gerentesde investimento da Gewinn!
Um abraço à todos!
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Resultado do IVET
Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009 | Postado por Denys Wiese
Pessoal. O IVET está agora em 305562 pontos. Uma valorização de 1,85% em um mês de apuração. Excelente resultado, batendo em 3 vezes a renda fixa do mesmo período. Em 20 de outubro uma nova apuração!
Até!
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Na maior recessão de alcance global desde a Grande Depressão, o protecionismo é umveneno para a recuperação. E nós sentimos um gostinho disso na semana passada...
Os chineses fornecem cerca de 19% do mercado norte-americano de pneus. E a administração de Obama simplesmente aumentou em 35% o imposto sobre essas importações!
E este não é um incidente isolado. Quando os líderes globais se encontraram em abril passado em Londres para a reunião do G-20, eles chamaram a atenção para“a grande importância de evitar o protecionismo”. Mas suas ações tem falado mais alto do que suas palavras...
Um recente relatório da Organização Mundial do Comércio mostra que, desde que a economia global despencou, o protecionismo está em ascensão com um aumento acentuado nas restrições de novos negócios segundo a OMC.
Desde abril, 91 novas ações protecionistas foram relatadas contra membros do G-20.
O Protecionismo é uma resposta natural em recessões. Quando os empregos diminuem a percepção da maioria dos trabalhadores em relação à globalização se torna mais negativa. E estudos mostram que, durante esses períodos, o número de pessoas a favor da idéia de aumentar os impostos sobre produtos importados aumenta consideravelmente. Portanto, a política tem um papel muito importante.
Mas o protecionismo tem historicamentecolocado economias fracas numa crise mais profunda e prolongada.
Mas o que torna o protecionismo tão perigoso?
Retaliação! Outros países tendem a tomar ações parecidas, sufocando a atividade de comércio internacional.
Por exemplo: a China respondeu ao aumento de impostos sobre os seus pneus lançando um inquérito sobre as práticas de dumping no setor automotivo e alimentício desses produtos americanos. Dumping é quando exportadores vendem um produto por um valor muito inferior ao valor de mercado ou do que custa para ser produzido no mercado de origem.
As exportações são tipicamente uma ferramenta chave para tirar os países da recessão. E em recessões comuns, os países podem desvalorizar suas moedas para melhorar a competitividade de suas exportações.
Mas numa recessão global, a desvalorização da moeda tem o efeito viral. Assim como as restrições, se alguns países desvalorizarem sua moeda, outros também o farão. Essa desvalorização reforça a retaliação e poderia abalar uma recuperação.
Na próxima semana haverá novo encontro do G-20. Pode apostar que o assunto protecionismo será novamente a bola da vez.
Do original “ Protectionism: enemy of recovery”, by Bryan Rich.
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Robert Kiyosaki, autor do bestseller "Pai Rico, Pai Pobre", esnoba a educação formal e dá dicas para enriquecer.
Irreverente, polêmico e politicamente incorreto, o escritor e empresário Robert Kiyosaki acredita ter encontrado a fórmula do enriquecimento. O mundo parece concordar. A seu favor, o milionário americano de origem nipônica tem sua conta bancária e mais de 20 milhões de livros vendidos ao redor do globo. O mais famoso deles, ‘Pai Rico, Pai Pobre’, fez parte da lista de bestsellers do New York Times por seis anos. Kiyosaki defende idéias nada ortodoxas. Ele é enfático: uma boa educação e um ótimo emprego nunca levarão ninguém a ficar rico. O autor usa sua história de vida para ilustrar seu ponto de vista. Seu pai biológico, professor com PhD, deparou-se aos 50 anos com o desemprego e sérias dificuldades financeiras (Poor Dad). Ao contrário, o pai de um de seus amigos de infância (Rich Dad), sem sequer nível superior, transformou-se em um dos homens mais ricos do Havaí, estado onde nasceu. "A escola não nos ensina nada sobre dinheiro. Ela nos treina para não errar. Sem se arriscar, não é possível enriquecer", afirma Kiyosaki. "Eu queria ficar rico, por isso segui os conselhos do meu pai pobre".
Negócio Próprio ou Investimentos
Para o americano, não tem jeito. Quer ganhar dinheiro? Então monte seu próprio negócio ou invista em ações. "Assalariados com boa formação e especialistas passarão a vida pagando impostos. Nunca serão ricos", sentencia. O desprezo pela educação formal, no entanto, não significa que o escritor pregue a falta de informação e preparação para se fazer negócio. Ao contrário, segundo ele, uma das atitudes mais importantes ao investir é saber ler os balanços das empresas e diferenciar corretamente os ativos dos passivos. "Muitos acreditam que suas casas e carros são um ativo, mas não são. Ativo é tudo aquilo que coloca dinheiro no seu bolso, passivo tudo o que tira. Você deve se perguntar: se eu parar de trabalhar, o dinheiro continuará vindo? Se a resposta for não, então você não tem nada. Mas não se sinta mal. A maioria não tem mesmo", brinca. E esnoba: "No meu caso e de minha mulher, o fluxo seria de US$ 2 milhões a US$ 3 milhões". A disciplina também é essencial rumo a uma vida mais confortável. "Eu posso comprar o que quiser, Ferraris, Lamborghinis, mas para cada aquisição que fizer tenho que aplicar em um novo investimento".
Onde Investir
Kiyosaki ressalta quatro tipos de investimento que ele acredita serem promissores: abrir uma empresa, aplicar no mercado imobiliário, em ações ou em commodities. Genérico, não? Mas ele dá, ao menos, uma dica mais concreta. "Agora é um ótimo momento para investir em prata. A relação de custo entre a prata e o ouro é historicamente de 16 onças de prata para 1 onça de ouro. Atualmente, ela está em 1 para 70. E, pela primeira vez, há mais ouro do que prata no mundo". Por outro lado, o americano desaconselha investimentos na moeda americana. "O dólar é hoje um dos ativos mais tóxicos do mundo". Mostrando confiança, Kiyosaki não se abala com a crise mundial."Se você realmente é um bom investidor, não importa se o mercado vai bem ou mal. Eu fico feliz quando ele está em alta e ainda mais feliz quando ele está em baixa. Nunca foi tão excitante investir quanto agora".
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